Quem somos

Jornalismo e RRD, criado em julho de 2017, é um coletivo de profissionais e pesquisadores da área da comunicação [e um matemático] que tem como objetivo principal fomentar o nível de informação da população brasileira sobre a temática da redução de riscos de desastres (RRD), contribuindo assim para a formação de uma opinião pública capaz de pressionar e demandar a concepção de políticas públicas que reduzam as perdas humanas e os danos econômicos decorrentes de desastres associados a fenômenos como seca, enchentes, inundações, deslizamentos de terra, estiagens prolongadas e vendavais.

Por acreditarmos que todo desastre resulta de uma série de fatores complexos, mas na sua maioria evitáveis, o coletivo pretende produzir, promover e divulgar notícias, reportagens, artigos, fóruns de debates e eventos atentos às alternativas, no nível nacional e internacional, capazes de reduzir o sofrimento humano e os danos econômicos das vítimas dos desastres histórica e socialmente construídos.

Além da atividade focada no jornalismo, o coletivo Jornalismo e RRD, formado por profissionais com larga experiência na área e por uma nova geração de jornalistas e comunicadores, oferece uma série de serviços especializados, como publicações, oficinas, palestras, produção de vídeos e podcasts e media training.

Missão

A missão do coletivo Jornalismo e RRD está amparada na dupla função desempenhada pelo jornalismo, aqui reconhecido como um dos recursos da comunicação de riscos de desastres. De um lado, a produção e o compartilhamento de informações bem apuradas sobre iniciativas, discussões, ideias e programas de redução de riscos de desastres podem contribuir para a formação de comunidades mais resilientes aos desastres. Do outro, pode garantir o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil com a adoção do Marco de Ação de Sendai 2015-2030, durante a Terceira Conferência Mundial da ONU para Redução de Riscos de Desastres, realizada no Japão, em 2015.

Valores

Ao reconhecermos os desastres como uma das formas de violação dos direitos humanos, nossa atividade será guiada pelo respeito à dignidade da pessoa humana. Com base nesse princípio, nosso trabalho respeitará os limites entre a denúncia dos fatos que geraram o sofrimento das vítimas de desastres e a sua exposição excessiva e constrangedora nos meios de comunicação tradicionais e nas mídias sociais.
No contexto das mudanças climáticas, os desastres têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos, demandando um jornalismo que se antecipe a esses fenômenos e, com isso, possa preservar vidas.